quinta-feira, 27 de outubro de 2011

MARAVILHOSO TEMPLO - Uma obra de excelência para a glória de Deus

MARAVILHOSO TEMPLO
Uma obra de excelência para a glória de Deus
Davi planeja e Salomão constrói um grandioso templo para honrar a Deus e a glória do Senhor consagra a grandeza da obra.
I Crônicas 22:1-8; 29:1-9; II Crônicas 5:1-14; 7:1-10



No local que comprou de Ornã, o jebuseu, para oferecer sacrifícios ao Senhor, o rei Davi teve a ideia de edificar ali um templo para Deus. Próximo a esse mesmo local, um anjo destruidor com sua espada havia arrasado Israel com peste por três dias. Mas Davi, mesmo aterrorisado pelo espada do anjo, disse que aquele local seria a Casa de Deus. Assim, o medo cedeu lugar à adoração no coração de Davi.

O Senhor se agradou da ideia e da itenção de Davi de edificar-lhe uma casa, mas disse a Davi que, por ele ter muito sangue de guerra nas mãos, o templo seria construído por seu filho Salomão. Davi, porém, antes de morrer, fez a planta do templo e ajuntou em abundância ouro, prata, madeira e outros materiais. Davi também chamou gente com habilidades específicas e sabedoria para o serviço nas obras. Para terminar os preparativos, Davi convocou e motivou o povo a encher a mão para trazer ofertas voluntárias para a construção do templo.

Davi disse que aquela obra era grande, pois não era para homens, mas para Deus. Com as ofertas levantadas, o rei Davi e o povo se alegraram com grande alegria.

Depois que Davi morreu, Salomão iniciou as obras do templo conforme a planta especificada por Davi. O templo foi revestido internamente com ouro puríssimo e ornado com pedras preciosas. No “Santo dos Santos”, onde ficaria a arca da aliança do Senhor, foram erguidos dois monumentais querubins de madeira cobertos de ouro. Assim, o templo de Deus foi edificado em todos os detalhes com devoção, sabedoria, preciosidade, grandeza e beleza.

Terminada a obra, Salomão convocou o povo de Israel para celebrar a consagração do templo através de um culto de adoração.

A celebração começou com a entrada da arca da aliança com os utensílios sagrados, carregada pelos sacerdotes e levitas. Em seguida, foram realizados os sacrifícios de carneiros e bois. Depois que a arca foi colocada no “Santo dos Santos” entre os querubins, entraram os músicos. Muito bem vestidos de linho fino, em coro eles cantaram em uma só voz e eram acompanhados pelos instrumentos musicais. Quando a música soou no templo, uma nuvem alastrou-se na casa, de sorte que os sacerdotes não conseguiram ficar em pé para ministrar, porque o templo estava cheio da glória de Deus.

Prosseguindo o culto, Salomão fez um emocionado discurso. Depois ajoelhou-se e, estendendo as mãos, começou a orar ao Senhor. Quando ele terminou a oração, fogo do céu caiu consumindo os holocaustos e sacrifícios, da mesma forma que naquele mesmo lugar, Deus recebera os sacrifícios de Davi, após o anjo destruidor arrasar Israel. O povo, vendo o fogo do céu cair e a glória de Deus encher o templo, curvou-se em terra e adorou o Senhor, pois a glória de Deus consagrara a adoração por excelência da obra de Davi e Salomão.

Leituras Sugeridas
I Crn 21:16-28 - O anjo destruidor ceifa 70000 homens de Israel
I Crn 22:1-8 - Davi decide erguer um templo para Deus
I Crn 29:1-9 - A alegria do povo em ofertar bens para a construção do templo
II Crn 5:1-14 - A obra é concluída e a glória de Deus enche o tempo
II Crn 6:1-11 - O discurso de Salomão
II Crn 7:1-10 - A oração de Salomão e a resposta de Deus

REFLEXÃO
Excelência por graça



O livro “A festa de Babette” conta a história de uma mulher que recebeu uma grande fortuna e usou todo o dinheiro para preparar um jantar excepcional como uma demonstração da sua arte de cozinhar e de sua capacidade de fazer as pessoas felizes quando dava o máximo de si mesma. Para suas patroas, Babette havia ficado pobre por desperdiçar uma fortuna com um jantar. Mas Babette tão somente diz: “O artista nunca é pobre”. A pessoa que mais apreciou o jantar de Babette foi o general que mandou fuzilar o marido e o filho dela. Para ela, conseguir fazer gente como o general feliz era a coroação da sua arte.

Aqueles que foram abençoados por Deus com dons especiais devem ter o mesmo sentimento de Babette: excelência por graça. O verdadeiro dom glorifica a Deus e abençoa as pessoas, por isso a sua manifestação é sempre excelência, nunca menos do que a excelência.

Aquele que honra o dom que lhe foi dado por Deus, como Babette, nunca dá menos do que pode em tudo o que faz ou se limita a quanto recebe de retorno. Se tivermos o sentimento de Davi e Salomão, que construíram um templo de excelência para Deus, como eles, veremos a glória de Deus encher-nos a vida e pessoas espontaneamente curvarem-se felizes para a graça de Deus.

No amor não há temor, antes o perfeito amor lança fora o medo (I João 4:18). Quem busca a excelência e se doa por ela não tem medo de errar, não fica ansioso pelo que receberá, não retém por medo de perder o que tem, pois sempre tem muito. Não faz apenas o que deve ser feito como o servo inútil (Lc 7:10), mas faz com o coração, como se fosse para Deus e não para os homens (Col.3:23). E a glória de Deus sempre honra o que vem do coração com amor e excelência.

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