domingo, 21 de agosto de 2011

Maravilhosa Concepção: A sensação de Isabel

MARAVILHOSA CONCEPÇÃO

A Sensação de Isabel

Isabel, ao encontrar sua prima Maria, percebe a graça que ambas receberam de Deus e a criancinha salta de alegria em seu ventre.
Lucas 1:1-80




No tempo em que Herodes reinava na Judéia, houve um sacerdote chamado Zacarias que era casado com uma mulher chamada Isabel. Zacarias e Isabel eram tementes a Deus e viviam de forma exemplar conforme todos os mandamentos do Senhor Deus. Aos olhos da sociedade, porém, o casal não era perfeito porque não tinha filhos, pois Isabel era estéril e, tanto ela quanto Zacarias, já eram pessoas idosas. Assim, Isabel, por todos os seus dias, carregou a vergonha de ser uma mulher estéril no meio do seu povo e suportou o desprezo social.

Em um certo dia, quando Zacarias, conforme o costume sacerdotal, oferecia incenso no templo, apareceu-lhe um anjo enviado por Deus. Zacarias, ao ver o anjo, ficou maravilhado e temeu. Mas o anjo disse-lhe: não temas, pois Deus ouviu a tua oração e de Isabel.

O anjo disse a Zacarias que Isabel daria à luz a um filho a quem Zacarias deveria pôr o nome de João. Ao ouvir as alegres novas anunciadas pelo anjo Gabriel, Zacarias sentiu alegria, mas teve dúvidas, pois achou impossível ele ser pai sendo ele e Isabel idosos e Isabel, uma mulher estéril. Por ter duvidado, o anjo Gabriel disse a Zacarias que ele ficaria mudo até ver a glória de Deus para quem nada é impossível.

A palavra do anjo se cumpriu e Isabel engravidou. E estando Isabel já no sexto mês de gravidez, Deus enviou o anjo Gabriel à cidade de Nazaré para visitar Maria, a prima de Isabel. O anjo disse a Maria que ela fora agraciada por Deus para ser mãe do salvador do mundo, Jesus. Maria ficou surpresa com a notícia de sua gravidez, pois ela ainda não era casada e era virgem. Mas o anjo disse-lhe que o Espírito Santo desceria sobre ela e em seu ventre seria gerado o Filho de Deus. O anjo também revelou à Maria que Isabel foi também agraciada com a bênção da maternidade em sua velhice e que já era o sexto mês de gravidez para aquela que era chamada estéril.

Feliz da vida, Maria foi às montanhas visitar a sua prima Isabel. E sucedeu que chegando Maria à casa de Zacarias, saudou Isabel. Ao ouvir a saudação de Maria, Isabel ficou cheia do Espírito Santo de Deus e, tomada por sobrenatural sensação de felicidade, a criancinha saltou de alegria em seu ventre. Percebendo a presença de Jesus no ventre de Maria, em alta e vibrante voz, Isabel saudou sua prima: Bendita és tu entre as mulheres, e é bendito o fruto do teu ventre! E quem sou eu para vir visitar-me a mãe do meu Senhor?!

Maria ficou na casa de Isabel por mais três meses e depois voltou para casa. As duas primas passaram dias muito felizes, pois ambas receberam a graça de serem mães em condições impossíveis.

E eis que completou-se para Isabel o tempo de dar à luz, e ela teve um filho. Os seus vizinhos e parentes, ouvindo que ela fora abençoada com a graça de Deus, alegraram-se junto com ela.

Zacarias, que até então estava mudo, voltou a falar após confirmar para todos que o seu filho se chamaria João. E, cheio do Espírito Santo, Zacarias alegrou-se e louvou a Deus com um lindo cântico pela maravilhosa concepção de sua mulher e pela salvação que chegava a Israel através de seu filho João e de Jesus, o filho de Deus.


REFLEXÃO

De ventres estéreis, grandes nações;
De grandes nações , ventres estéreis



Deus criou o principio do “crescer e multiplicar”. Para que a terra fosse bem povoada, até de ventres estéreis como de Sara, Rebeca e Raquel, Deus fez nascer uma grande e numerosa nação.

Mas, hoje, de forma inversa, as grandes nações geram ventres estéreis. O rigoroso controle de natalidade é defendido em muitos países desenvolvidos quase sempre por motivos econômicos. Somado a isso, promovem-se uniões homossexuais e o individualismo. Assim, de forma lenta e gradual, faz-se desaparecer o conceito de família e, por conseguinte, a cultura de grandes nações.

No entanto, a longo prazo, os próprios interesses econômicos podem ser afetados quando o rigoroso controle de natalidade é aplicado à risca. Isso porque se uma geração envelhece e não deixa descendentes, faltará mão-de obra, que fatalmente virá da imigração. O problema da imigração é que não imigram-se apenas pessoas e mão-de-obra, mas também cultura, influências, religiões e costumes. Para entender a gravidade do problema, basta lembrar da história de Israel. Por que os israelitas passaram por tantos cativeiros? Porque mantiveram em suas terras as nações que o Senhor mandou lançar fora. Deus sabia que essas nações seriam um laço e a mistura de costumes levou seu povo à ruína moral, econômica, espiritual e social.

Há povos, como os muçulmanos, que ainda defendem o princípio do “crescer multiplicar”. Assim, fortalecem-se cada vez mais em número, espalham-se pelo mundo e expandem sua cultura, crenças e filosofias em outros territórios e nas mentes das pessoas.

É de extrema importância refletir quais nações crescem e se multiplicam nos dias de hoje. Não serão elas que povoarão e dominarão a terra já que os povos “ricos e inteligentes” se esterilizam? Haverá um futuro bom se boas coisas não se multiplicam? Pense nisso!

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